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4 dicas para entrar no flow

setembro 14, 2018
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Imagem: Autor Desconhecido

Sabe quando você está fazendo uma atividade, não vê as horas passarem e esquece das preocupações? Ou quando você cria alguma coisa e não sabe nem como aquilo saiu de dentro de você? Então, isso tem nome: Flow ou “experiência de fluxo/fluir.”

Foi Mihaly Csikszentmihalyi, psicólogo que dedicou a sua carreira no estudo de felicidade e criatividade, quem criou este conceito. Para ele, esse estado é chave primordial para se ter um processo criativo de sucesso pois ajuda na concentração, motivação, energia e desempenho.

As vantagens de fluir são diversas: mente concentrada longe das preocupações, sentimento de confiança em saber o que está fazendo e a dissolução do nosso ego.
E nós sabemos como é tentar se concentrar com um monte de distração ao nosso redor e se sentir confiante apesar das adversidades da vida. Por isso, o estado de flow é tão benéfica pra gente.

Para te ajudar a alcançar o flow, separei algumas dicas pra você:

  1. Escolha uma atividade nem muito difícil, nem muito fácil: devemos escolher uma tarefa que podemos terminar mas que, ao mesmo tempo, esteja acima da nossa capacidade. Isso porque devemos saber que estamos fazendo para que sintomas da ansiedade não apareçam durante o processo e que não seja simples demais para não cairmos no tédio. A combinação dos dois elementos permite que tenhamos vontade de terminar a atividade sentindo prazer e vontade de nos superarmos.
  2. Esteja presente: Se estamos trabalhando no computador, deixamos mil abas abertas em nosso browser. Se estamos fora dele, são os alarmes de novas mensagens que tiram as nossas atenções. O problema disso é que não conseguimos nos concentrar e a experiência de fluxo fica prejudicada. Para alcançá-lo é necessário ficar livre de distrações. Ser multitarefas durante uma atividade diminui em 60% a nossa capacidade de finalizá-la. Se você acha muito difícil se concentrar em apenas uma atividade, a técnica do Pomodoro pode te ajudar.
  3. Seja um aprendiz: Achar que você sabe todo o exercício pode te levar a dois caminhos diferentes: o de aborrecimento ou de ansiedade. Quando você acha que sabe tudo, fica difícil notar quando algo novo aparece durante o processo, por isso você não percebe a sua evolução no exercício e fica com tédio. No caso da ansiedade, ela se apresenta quando você quer ser perfeccionista e ter controle do processo. Daí você pode achar que o trabalho não está bom e que você não trabalhou o suficiente.
  4. Tenha um objetivo claro: Muitas vezes ficamos planejando ou procrastinando porque não criamos um objetivo claro para o término da atividade. Isso pode nos deixar ainda mais perdidos e paralisados. Tenha objetivos claros para que você saiba quais passos deve dar – mas não fique obcecado por eles. Lembre-se, também, de não criar um objetivo intangível. Ideias como “Escreverei cinco parágrafos do capítulo do meu livro”, “Desenharei um rascunho do meu próximo projeto” ou “Qual o objetivo do meu estudo do dia?” pode te dar mais foco para que você finalize o seu trabalho.

Com essas dicas você conseguirá emergir no processo criativo de forma mais tranquila e sem ansiedade.

Texto baseado em Ikigai – Os segredos dos japoneses para uma vida longa e feliz. R$ 29,90. (Editora Intrínsica.)

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