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7 dicas para ter sucesso

outubro 19, 2018
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Imagem: Autor Desconhecido

 

  1. Sucesso: Descubra o que é sucesso para você. Ajudar pessoas? Ganhar dinheiro? Ter tempo? Só você poderá definir o que é sucesso pra você.
  2. Propósito: Descubra qual o seu propósito de vida e trabalhe com algo que o desenvolva. Quando você trabalha com o que acredita, você consegue ter foco na sua evolução, não desiste no primeiro fracasso e se sente motivado.
  3. Trabalho: Com propósito, você perceberá que trabalhará sem perceber que está trabalhando. A atividade se torna divertida e o tempo passa mais rápido.
    Mesmo assim, para ter sucesso é preciso ter disciplina e, muitas vezes, trabalhar duro.
  4. Prática: Como qualquer atividade, você só consegue evoluir se praticar. É preciso se dedicar para alcançar o sucesso e, mais do que isso, mantê-lo.
  5. Foco: Ele nos ajuda a manter a calma e nos afastar de distrações. Com isso, conseguimos controlar nossa ansiedade, criamos um objetivo claro que nos permite finalizar o trabalho e seguimos em frente para o próximo desafio.
  6. Criatividade: Veja o mundo como um mar de possibilidades. Escute, observe, seja curioso, pergunte, resolva problemas, faça conexões e etc. Quando se é mais criativo, você consegue aceitar os erros, se torna mais resiliente e com capacidade de resolver qualquer tipo de pepino (dentro do trabalho e fora dele.)
  7. Persistência: E, por fim, não se esqueça de persistir. Não desista no primeiro fracasso. E quando você não estiver mais acreditando em si, é hora de dar uma descansada, talvez você seja só cansaço. Dê uma pausa, vá para a natureza, se reconecte consigo mesmx. E volte a trabalhar em o que você acredita e o sucesso será um resultado natural.

Texto baseado no TED “8 segredos para o Sucesso” de Richard St. John.

 

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5 dicas para participar de feiras com sua marca

outubro 12, 2018
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Imagem: Autor Desconhecido

Participo de feiras desde de 2013 e sempre tem alguém me pedindo dicas sobre qual feira participar, o que é preciso levar, como se portar durante o dia, entre outras dúvidas. Por isso, resolvi reunir aqui algumas dicas para os feirantes de primeira viagem.

  1. Por que participar? Eu acho que essa é a primeira pergunta que você deve fazer quando quiser participar de algum evento como esse pois deve-se levar em conta seu objetivo e o seu retorno. É preciso refletir se o comércio é o objetivo principal para o seu negócio – pois tem muita gente que quer apenas prestar serviço mas sentem na obrigação de esta presentes em eventos assim. Se você tem foco como a venda, ótimo. É feira que você tem que participar – mas não é o único caminho, você pode vender online, em sua loja física e em lojas diversas.
  2. Qual feira participar? Essa é uma outra pergunta difícil pois depende do seu nicho e do retorno que as feiras vão dar – seja retorno financeiro ou de divulgação. Então só você saberá essa resposta. Mas o melhor jeito de descobrir é perguntando para produtores que fazem artigos semelhantes ao seu – existem até grupos de facebook que discutem as feiras que acontecem no Brasil. E aí deve-se pesar o que é interessante pra você. Pois terão feiras que não vendem tanto, mas que a divulgação é boa ou que vendem muito mas que não fideliza o comprador. Depende muito, de novo, do seu objetivo.
  3. O que levar? Bom, escolhido a feira. Saiba se o local oferece iluminação, mesa e cadeira. Se não, você terá que levar. Lembre-se também de pensar em como você vai exibir a sua mesa (vai ter um tecido em cima? vai ter algum tipo de expositor?) A forma como você vai apresentar o seu produto é muito importante: ela pode valorizar ou apagar o seu trabalho. Não se esqueça de levar uma máquina de passar cartão. Hoje em dia, dificilmente as pessoas levam dinheiro para as feiras. Leve embalagens para seus produtos – o interessante é que ele tenha a sua marca estampada. Faça cartões de visita para que aqueles que não quiserem comprar no dia possam te achar facilmente mais pra frente. E, para finalizar, leve uma comidinha, caso você não consiga sair para comer.  
  4. Durante a feira: Seja atenciosx do primeiro ao último cliente. Conte a história do seu trabalho e as utilidades de cada produto. Converse com quem parar na sua mesa mas deixe à vontade caso não queiram levar nada. Não pressione os visitantes, isso pode afastar possíveis compradores. Entender que tá tudo bem não comprarem seu produto também ajuda a não criar ansiedade. Uma outra dica valiosa é não ficar sentadx o tempo todo. Ao ficar de pé, você se mostra disponível e a comunicação fica mais fácil com o consumidor.
  5. Depois: Faça todas as contas de quanto você gastou com alimentação, embalagem, cartão, transporte, produção e horas investidas na preparação da feira. Anote tudo numa planilha. Faça a conta para saber qual é o seu lucro. Faça essas contas toda vez que fizer uma feira e veja o quanto está valendo a pena fazê-la.

Voilà. Seguindo esses passos você começará a entender melhor o seu ritmo e jeito de trabalhar nesses tipos de evento. Ah, e lembre-se sempre em se divertir. Feiras são bem legais para conhecer novas pessoas e entender melhor o seu consumidor. Encare essas experiências como pequenos experimentos 🙂

3 passos para stalkear seu artista favoritos e entender suas referências

outubro 5, 2018
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Imagem: Moonrise Kingdom / Wes Anderson

 

Quando comecei a desenhar, ficava muito frustrada por não conseguir criar uma ilustração que tivesse a mesma qualidade dos meus ídolos. Me sentia mal também por não ter um desenho com minha identidade. Me sentia muito amadora e isso me desanimava.

Até que um dia tive uma grande ideia: e se eu encontrasse os desenhos antigos de quem eu admiro, eles seriam tão bons quanto são hoje? Eu conseguiria ver a evolução do trabalho deles – e assim, ficar mais tranquila? E se eu ainda pudesse entender quais eram as suas referências, quais artistas os inspiravam?

A resposta para essas perguntas eram meio óbvias: meus ídolos também começaram como amadores. Eles também são gente como a gente. Fazer essa busca me ajudou muito a entender que o sucesso levava tempo e que eu deveria treinar até encontrar a minha voz no desenho.

Sempre que vejo alguém se comparando com seu ídolo, acabo contando essa história. Por isso, hoje, vou dividir com vocês meus métodos FBI de stalkeamento.

  1. Instagram: Normalmente, a primeira coisa que faço é entrar no instagram dx artistx. Dou um scroll na sua timeline e vou até as postagens mais antigas, assim consigo ver a evolução do seu trabalho. Fora isso, vejo em “seguindo” os artistas que elx acompanha, para entender as suas inspirações. É assim que acabo conhecendo um monte de novos ilustradores.
  2. Pinterest: Para entender suas referências, sempre procuro o perfil do artista no Pinterest – a maioria tem. Além de você entender as referências que seu ídolo usa em seu trabalho, dá pra conhecer melhor sobre a sua vida pessoal. Muitos compartilham pastas de referência de decoração de casa, receitas de comida, estilo de roupa, lugares que gostaria de viajar etc. É bem interessante para entender seu estilo de vida.
  3. Youtube ou Vimeo: E, por fim, para descobrir a personalidade e ideias do artista, o procuro em sites de busca de vídeos. Esse último método serve pra quem é mais curioso, como eu, mesmo. Eu adoro saber o jeito que a pessoa fala, no que acredita e sua linha de raciocínio.

Esse simples exercício me fez conhecer melhor um monte de ilustrador e me sentir mais próxima deles, me dando ainda mais inspiração para meu dia-a-dia. Recomendo apenas que o stalk seja feito com parcimônia, sem invadir a intimidade do artista e sem importuná-lo. 

Teste você também e depois me conta o que você achou. ❤

Você já ouviu falar da Síndrome do Impostor?

outubro 3, 2018
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Ilustração: Rachel Levit

Sabe aquela sensação de que um dia vão descobrir que você é uma farsa ou que tudo que você conquistou profissionalmente foi por sorte?

Se você já se sentiu assim, saiba que você faz parte das estatísticas de quem sofre a Síndrome do Impostor. 70% das pessoas já sentiu ou sofrerá com  a síndrome pelo menos uma vez na vida, segundo pesquisa realizada pela psicóloga Gail Matthews da Universidade Dominicana da Califórnia.

Eu já vivenciei esse sentimento quando eu era estagiária na revista Superinteressante. Por não ter feito uma faculdade de design, eu me cobrava muito para que meu trabalho saísse perfeitamente. Era um misto de perfeccionismo, ansiedade e falta de experiência. Anos se passaram e acabei costurando novas carreiras à minha trajetória como a de ilustradora e ceramista. Por estar começando em novas carreiras, a síndrome ainda insistia em bater na minha porta.

Uma das principais causas para o desenvolvimento da síndrome é a internet. Ela acabou intensificando o costume de ficarmos nos comparando o tempo todo com o outro. Em busca do “sucesso” estampado nas redes sociais, nunca estamos satisfeitos com o que conseguimos produzir. E daí parece que nunca somos bons o bastante. Até os elogios que recebemos parece que foi endereçado à pessoa errada. Sem falar daquela ansiedade de que temos que trabalhar mais e fazer mais – sempre.

Sabe a síndrome que bateu na minha porta outras vezes? Para que ela não entrasse na minha vida, tive que aprender na marra como mandar o sentimento pra longe.

Uma das primeiras coisas que fiz foi entender que não é preciso ser perfeito. Me colocar em uma posição de aprendiz me permitiu ter menos controle sobre meu trabalho me permitindo focar nos minhas conquistas e não nos meus erros.

Além disso, fui conversar com as pessoas que eu considerava bem sucedidas para entender suas trajetórias e percebi que elas não eram tão diferentes de mim – suas carreiras também foram permeadas de recomeços, ansiedades e dúvidas. 

Também criei uma rede de apoio (um grupo de amigos) para que toda as vezes que eu duvidasse da minha competência, a rede pudesse me lembrar  da minha capacidade e das minhas conquistas.

Por fim, faço bastantes exercícios de autoconhecimento e vou à terapia. Assim, consigo manter minha autoconfiança e auto-estima em dia – chaves primordiais para que possamos aceitar nossas conquistas.

Comece a olhar para dentro, perceba suas próprias potencialidades e esteja prontx para o seu sucesso 🙂

Texto baseado no texto “How to beat the imposter syndrome feeling”do site 99u e na matéria “Você tem medo do sucesso?” publicada na revista Você S/A publicada em fevereiro de 2014.  

3 dicas para umx empreendedorx ansioso

setembro 28, 2018
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Imagem: Autor Desconhecido

Se você é uma pessoa ansiosa como eu, vai perceber que para empreender é preciso ter um pouco de calma; e para que seu negócio siga em frente, um pouco de motivação. Por isso separei algumas dicas de como ser umx empreendedorx menos ansioso e mais possível.

  1. Meditação: Parece papo de hippie mas meditar é uma ótima ferramenta para a concentração, para se sentir presente e longe das preocupações da ansiedade. A técnica te ensina a como afastar distrações e permitir que pensamentos negativos passem pela sua mente sem que ela te afete. É realmente incrível. Para as pessoas que nunca tentaram fazer meditação ou preferem as guiadas, indico o aplicativo Headspace (pago e em inglês) que dividem as meditações por temas: estresse, paciência, ansiedade etc. Se você não quer pagar ou prefere algum app em português, existem outras opções, como o Insight Timer e Vivo Meditação. 
  2. Terapia: Vá a umx psicólogx. Já se foi o tempo esse que fazer análise era tabu. Com mil coisas acontecendo aqui do lado de fora, e com a internet entregando esse tanto de informação em tempo real, fica meio difícil conseguir olhar pra dentro. O papel da psicóloga é exatamente esse: te fazer entender quem você é e quais são suas potencialidades e limitações, te ajudar a aprender a ser mais gentil consigx mesmx e a construir a capacidade de entender quando o seu corpo está te indicando que hora é de dar um pausa.
  3. Ação: Parte da ansiedade no processo de empreender é ter que resolver um monte de problemas. Só que quando você está ansiosx, você acaba ficando paralisadx e tudo fica mais difícil. Por isso, o melhor jeito de acabar com as preocupações é as resolvendo. Por isso, quando a ansiedade bater, faça uma to-do list de coisas que você possa resolver no momento. O que não dá pra ser resolvido – ou o que você não tem poder de decisão -, deixe de lado. Fazendo o que está em suas mãos você conseguirá eliminar 50% das preocupações – os outros 50%, aceite que não depende apenas de você. Aproveite o tempo livre e descanse a mente.

Empreender é sobre ser paciente e, principalmente, gentil consigo mesmx. Cuidar da ansiedade é crucial para que sejamos mais criativos e resilientes – características essenciais para empreender com sucesso 🙂

 

1 dica de como passar pelo processo criativo sem surtar

setembro 21, 2018
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Imagem: Autor Desconhecido

Eu falo muito de criatividade e seu benefícios aqui no blog, mas esqueço às vezes de falar do lado “negativo” do processo criativo: as angústias e incertezas.

Muita gente trata esses sentimentos como uma algo ruim mas é preciso entender que são sentimentos naturais e essenciais para criação de cada produto ou ideia.

No caso da angústia, é o corpo nos alertando que tem algo fora de equilíbrio entre você e o que você está criando. Já no caso da incerteza, não tem muito o que fazer, ainda não temos bola de cristal pra ter 100% de certeza sobre nada. Não saber o final do caminho nos ajuda a aceitar as possibilidades que o processo nos traz.

Entendendo que essas sensações fazem parte do pensamento criativo, como passar por ele sem surtar? 

  1.  Crie confiança criativa: Antes de começar, vamos fazer um exercício. Toda vez que você se sente ansioso durante um processo criativo qual é o seu maior medo? Aposto que é de errar ou de críticas. Uma das chaves para ter autoconfiança é não ter medo do fracasso. Uma forma de eliminar isso é encará-lo como uma nova oportunidade de aprender: exercite o autoconhecimento para entender quais são as suas potencialidades e limitações – e aprenda a tirar o melhor das suas características. Além disso, divida seu trabalho em pequenos desafios. Os encare como experimentos, dessa forma você entenderá rapidamente o que deve ser ajustado, além de conseguir criar pequenos sucessos durante o processo – o que ajuda muito na motivação. Outra coisa importante é não se comparar com os outros. Quando você faz isso, em vez de se sentir bem com o que está criando, você se distrai e fica preocupadx com o julgamento alheio.

A confiança criativa é como um músculo que pode ser fortalecido com dedicação e perseverança. Mas caso você não a fortaleça, ela pode definhar. Ter confiança é um trabalho constante e que deve ser exercitado sempre.

Boa sorte 🙂

Como descobri que todo mundo nasce criativo (ou quais as vantagens de vivenciar uma vida criativa?)

setembro 17, 2018

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Parece estranho mas só fui entender que criatividade era inerente a todas as pessoas há pouco tempo. Antes disso, eu acreditava que só existiam alguns tipos criativos (artistas, cientistas, escritores e inventores) – no qual eu me encaixava – e que eles eram especiais. Eu me sentia especial e talvez por isso acreditava tanto nessa máxima.

Isso até uma crise existencial bater na minha porta: se você é tão especial por que se sente tão perdida no mundo? Eu ficava em dúvida. Talvez eu não fosse uma boa criativa.

E quando comecei estudar criatividade, percebi que na prática eu sabia o que era ser criativa, mas na teoria eu não fazia ideia do que isso significava. Fui, então, pesquisar o assunto. Compreendendo o tema, descobri que ser mais criativo não só poderia trazer bons resultados para resoluções externas, mas que poderia ajudar – e muito – as pessoas serem melhores com elas mesmas.
Mas como que é isso, miwa?

Vamos lá, o assunto é bem longo, mas no texto de hoje vou tentar explicar meio basicamente como tudo isso funciona.

Ser criativo é mais ou menos assim: você tenta resolver problemas, mesmo com dificuldades e dúvidas.

Para ser criativo você precisa fortalecer algumas característica: mente aberta, espontaneidade, curiosidade, independência, iniciativa, coragem, persistência, otimismo, questionamento do status quo e a aceitação de fracassos. Grande parte desses atributos é desenvolvido naturalmente na educação infantil – dentro de casa e na escola.

Infelizmente, não temos uma educação baseada em desenvolvimento humano. Temos um sistema educacional pensado em suprir problemas econômicos de anos atrás, onde ter pensamento matemático era mais importante do que ter pensamento abstrato e subjetivo.

Os alunos saem da sala de aula sem a capacidade de questionar o mundo ao seu redor, de aprender (é tudo decoreba) ou de ter experiências diversas. O aluno não cria sua própria autonomia e como consequência origina-se o medo do desconhecido e da rejeição. Por isso, é realmente difícil ter confiança criativa quando você não tem as condições básicas para o seu desenvolvimento – mas “não criemos pânico” que a recuperação dessa confiança é possível e é assunto de outro texto que postarei em breve.

Se tivermos uma educação na infância que nos incentiva a nos autoconhecer melhor e a ter mais confiança e auto estima, conseguiremos ter qualidades para desenvolver o pensamento criativo. Além disso, o processo criativo é capaz de nos dar em troca mais autoconhecimento, confiança e auto-estima. É um círculo vicioso do bem.

Quem vive uma vida criativa é capaz de promover mudanças, tomar melhores decisões, mudar de direção com mais facilidade e encontrar mais facilmente soluções para problemas aparentemente impossíveis. Além disso, a criatividade promove mais otimismo, aumento de percepção de opções e ajuda na desconstrução do lugar comum.

Com a desconstrução do lugar comum, começamos a questionar o status quo.
Com essa indagação, entendemos que fazemos parte de uma comunidade: a forma como cuidamos dela e como cuidamos da gente reflete diretamente na qualidade de vida de uma sociedade inteira. Questionando, aprendemos a pensar. Pensando, entendemos que sofremos muitas pressões sociais que foram projetadas em nossas vidas e que não condizem muito com o nosso verdadeiro eu. Ao olhar pra dentro, avaliando nossas decisões através de nossa individualidade, enxergamos o nosso potencial e lugar no mundo.
Percebendo que somos um importante agente de mudança, recuperamos nossa autoconfiança.

Mais confiantes, temos mais chances de realizar nossos sonhos e atingir nossos objetivos nos tornando mais ambiciosos, empenhados, persistentes e resilientes. Com resiliência, nos sentimos livres da confusão causada pela ansiedade e pela dúvida durante o processo criativo e, por isso, ficamos mais dispostos e temos mais segurança para achar novas soluções.

Nos tornando mais confiantes, quem ganha é a nossa auto-estima. Recuperamos o reencantamento pelas descobertas da vida, expandimos nossa habilidade de viver e nosso universo imaginário.

O processo criativo também é capaz de promover o fluxo/flow que é muito benéfico para a nossa auto-estima. Já falei aqui sobre círculo vicioso do bem? Olha ele aqui de novo.  

Hoje, o Brasil tem uma das maiores taxas de depressão e transtorno da ansiedade, segundo a OMS. Consequência de um governo que não investe em cultura e educação e de uma sociedade que oprime as minorias, não aceita as diferenças, não questiona o status quo e focada no ter e estar – e não no ser. Resumindo, somos uma sociedade com uma autoconfiança e uma auto-estima baixa.

É por isso que debater criatividade é tão importante. Debater esse tema é falar sobre educação, política, economia, cultura e qualidade de vida. Se queremos ter uma vida melhor pra gente e para o mundo essa mudança tem que acontecer tanto dentro da gente, quanto fora. Uma coisa não vive se não costurada na outra.

Vamos fazer essa construção juntos? Vamos falar mais de criatividade? Bora?